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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Academia Gloriense de Letras será instalada oficialmente dia 12 próximo


Sessão solene pontuará posse e diplomação dos acadêmicos.

Com o objetivo de incentivar a leitura e a produção literária no Alto Sertão sergipano, a Academia Gloriense de Letras (AGL) será instalada oficialmente na quarta-feira, 12. A solenidade acontecerá às 19h12, no Colégio Jardim Padre Leon Gregório, na cidade de Nossa Senhora da Glória.
 
Na oportunidade, serão diplomados os acadêmicos fundadores da AGL e empossada a sua primeira diretoria executiva para o biênio 2012/2014, tendo como presidente o professor e poeta Jorge Henrique Vieira Santos.
 
Criada sob o lema “ad gloriam per litteras”, a 1ª academia de letras do interior do Estado pretende valorizar o município de Nossa Senhora da Glória através da literatura, e de eventos culturais promovidos pelos seus membros.
 
Fonte: Assessoria de imprensa da AGL.

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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Glória de leitura e poesia

No último dia 13, os garotos da Associação Sertão na Arte promoveram em Nossa Senhora da Glória a segunda edição do Sarau Sertão na Arte. Para enriquecer e ampliar o evento, firmaram uma parceria com a Biblioteca Pública Epifânio Dória (BPED) e realizaram também, no município, a primeira Roda de Leituras, integrando Glória ao projeto que vem sendo desenvolvido há quatro anos, com muito sucesso, na capital sergipana.

Rosineide Santana, Ramon Diego e Nina Sampaio


A Roda de Leitura aconteceu durante a tarde, das 14h às 16h, na Câmara Municipal, sob a coordenação da professora Maria Rosineide Santana (UFS), que fez a mediação do debate sobre o conto “No meio do Mundo”, de Antônio Carlos Viana. O evento também contou com a participação de Nina Sampaio, mestranda em Letras da UFS, que coordenou o debate sobre trechos selecionados do romance “A Sétima Vez”, de Alina Paim. A tônica das discussões recaiu sobre aspectos estéticos e de estilo dos textos lidos. Enfatizou-se também a importância de se dar relevo à produção literária do Estado e se discutiu ainda os atuais índices positivos desse mercado editorial em Sergipe.


Estavam presentes na Roda de Leitura, além da Diretora da BPED, Sônia Carvalho, estudantes e professores locais, os poetas Edivan Santos (Aleixo), Lilian Farias, Assuero Cardoso Barbosa (Lagarto) e o grande expoente da cultura afro-sergipana Severo D´Acelino. Esses dois últimos brindaram o público gloriense com a apresentação e o lançamento de suas obras durante o II Sarau Sertão na Arte, que aconteceu à noite, das 19h30 às 23h, no Espaço Cultural Sertão na Arte.

Jorge Henrique, Assuero Cardoso, Severo D´Acelino e Ramon Diego

Glória mais uma vez ganhou ares bastante diferenciados. Durante o dia, a prosa de autores sergipanos consagrados tornou-se o centro de todas as suas atenções e, à noite, a poesia dos poetas de Sergipe encheu sua a cidade de ritmos e imagens. Mais uma vez, a Associação Sertão na Arte mostrou-se uma entidade atuante na cena cultural do sertão sergipano e despertou em todos aquela famosa vontade de “quero mais”.

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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Arte a serviço da dignidade humana

Aracaju, 20 de setembro de 2012.


Carta aberta ao Boris

Senhor apresentador,

Aracaju de uma forma geral é uma cidade arejada e limpa. Há nesta cidade quem dê pito em quem a suje e igualmente há o voluntário cuidando com carinho de um cantinho de uma praça, como respaldo ao relevante trabalho das pessoas admiráveis que cuidam da limpeza pública.

Admiráveis sim, porque, qualquer pessoa, sente apreço por quem seja considerado de alta relevância social. Neste ensejo, pode-se acreditar que, entre os brasileiros mais admiradores do senhor, Boris, estavam muitos trabalhadores, e, entre estes, GARIS e MARGARIDAS.

O Brasil pôde acompanhar os processos movidos por GARIS contra a sua pessoa, cujos desfechos foram favoráveis ao senhor. É compreensível, a nossa justiça é reconhecida pelos próprios juristas como monetarista, classista e carrega os mesmos cacoetes da sociedade. Com o seu gesto e suas palavras, ainda que o senhor tenha pedido desculpas, continua o eco da ofensiva. O senhor deu a entender que, no Brasil deveriam existir castas e a casta inferior, sequer, deveria se dirigir à outra acima para lhe desejar felicidade.

As instituições se preocupam com hierarquia a propósito da disciplina. O seu comentário, "Que merda: dois lixeiros desejando felicidades do alto das suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho", no entanto, sinaliza que, numa sociedade conservadora, a hierarquia é usada muito mais para a discriminação e humilhação, que alimentam o preconceito e o ódio, do que servir a propósitos nobres.

Mas, a labuta prossegue e as Margaridas e os Garis mais conscientes do que nunca, saberão como agir. Eles são simples e sinceros e o bom humor os impede de ser rancorosos. Não perdem a dignidade nem a ternura. São estes fatores que os levam a educar os filhos e a tocar a vida.

Nesta cidade, capital do Estado de Sergipe, Sr Boris, a admiração pelo trabalho das Margaridas e dos Garis levou a principal empresa empregadora desta gente humilde, valorosa e honrável, a absorver uma ideia gestada em parceria com a Empresa Municipal de Serviços Urbanos e passada pela prancheta de um escultor: um monumento com a altura de cinco metros para elevar simbólico e prestigiosamente quem parece ser invisível aos olhos da sociedade.

Este monumento erguido às Margaridas e aos Garis pode também ser entendido como gesto de desagravo à sua classificação de cunho preconceituoso. Nestes tempos de democracia com determinação para banir o preconceito e incluir os indivíduos socialmente, ninguém deve passar vexame dizendo se sentir superior àqueles que limpam a sua sujeira.

Vivas às mulheres e aos homens que transformam o seu trabalho em dignidade e esperança para todos. Vivas às Margaridas e aos Garis.


Antônio da Cruz
Artista Plástico e Cenógrafo

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domingo, 16 de setembro de 2012

Semeando letras no sertão


Excetuando-se poucos nomes e obras, relativamente significativos, o município de Nossa Senhora da Glória, no sertão sergipano, não tem, ainda, o que se poderia chamar de tradição literária. Fato relevante o bastante para motivar a criação de uma instituição cultural nesta localidade, cuja atuação não se desse no sentido de consolidar uma tradição, mas, pelo contrário, de estimular práticas de letramento literário que culminem no desenvolvimento desta.

Essa ideia, que já vinha sendo discutida timidamente por um grupo de amigos – poetas e promotores culturais – com certa expressividade na comunidade gloriense, ganhou novo fôlego com a visita ao município do senhor Evando dos Santos, mais conhecido como “homem-livro”, no início do mês de junho do ano em curso. Em sua profícua conversa com esses agentes culturais, ele relatou suas conquistas, realizações e projetos. Descreveu, sobretudo, as ações de incentivo à leitura e de valorização da cultura, que vem promovendo à frente da Biblioteca Comunitária Tobias Barreto, que fundou na Vila da Penha (RJ). 

Seu entusiasmo e sua determinação contagiaram a todos. O “homem-livro” ressaltou que a constituição de uma academia de letras em Glória seria um passo relevante para o fomento da cultura literária local. Diferentemente das academias tradicionais, ela atuaria como instituição cultural que pudesse não apenas estimular a leitura, mas, sobretudo, criar uma atmosfera e práticas propícias ao surgimento de novos escritores.

A semente lançada por ele representou o impulso que faltava para o início da ação. O pequeno grupo de literatos, com grande estusiasmo, passou a se reunir regularmente, dessa vez com um propósito definido: agir, para que as mudanças desejadas acontecessem. Foi assim que se iniciaram as discussões sobre a convergência de propósitos desses agentes culturais e sobre a importância que uma instituição de natureza lítero-cultural terá tanto para o desenvolvimento da cultura local, como do sertão sergipano, considerando-se a importância que Nossa Senhora da Glória ocupa no cenário regional.

Como fruto dessa ação, o grupo decidiu fundar a Academia Gloriense de Letras – AGL que terá, inicialmente, uma abrangência local, podendo, em função de seu desenvolvimento, ampliar seu raio de ação para se tornar uma academia de letras do Alto Sertão. Quanto à composição de membros, decidiu-se que a AGL iniciaria suas atividades com oito membros apenas e, progressivamente, admitirá novos acadêmicos em seu quadro, até integralizar quarenta membros efetivos e vinte correspondentes. 

A primeira Diretoria Executiva, que conduzirá suas atividades no biênio 2012/2014, ficou assim definida : 

Presidente – Jorge Henrique Vieira Santos; 
Vice-Presidente – Francisco das Chagas Vasconcelos; 
Secretário Geral – Edson Magalhães Bastos Júnior; 
Secretário Adjunto – Ramon Diego Câmara Rocha; 
Diretor Financeiro – José Ancelmo Aragão; 
Diretora Financeira Adjunta – Maria Verônica Santana Sales; 
Diretor de Comunicação e Intercâmbio – Euvaldo Lima dos Reis e 
Diretora de Projetos e Eventos – Gileide Barbosa de Souza Santos.

Fonte: Assessoria de imprensa da AGL.

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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Construindo leitores

“Era ele que erguia casas
Onde antes só havia chão.
Como um pássaro sem asas
Ele subia com as casas
Que lhe brotavam da mão”
.
O operário em Construção
(Vinícius de Moraes, 1956)
No poema em epígrafe, o poeta Vinícius de Moraes descreve a trajetória de um operário – um pedreiro – que, a partir de sua própria condição existencial inicia um processo de tomada de consciência de seu lugar dentro do perverso modelo de produção econômica e social que o oprime. Esse pedreiro, à medida que vai construindo sua consciência política e emergindo da mais absoluta alienação, começa a desvelar os mecanismos opressores da sociedade capitalista e assume uma postura de resistência, por meio de palavras e ações. Diz “não” à opressão, não se curva às violências que lhe são infligidas por causa de sua atitude e decide incentivar os demais operários a se emanciparem.

Hoje venho falar a vocês de um operário como esse, o pedreiro Evando Santos, que esteve em Nossa Senhora da Glória – SE entre os dias 30 de maio e 02 de junho, e que, entre outras atividades, proferiu uma palestra na câmara de vereadores para um pequeno público de grande entusiasmo.

Natural de Aquidabã – SE e radicado no Rio de Janeiro há 37 anos, Evando viveu imerso num mundo sem letras ao longo de sua infância e adolescência, só aprendeu a ler aos 18 anos. Desde então, apaixonou-se pela palavra escrita e, assim como empilhava tijolos no canteiro de obras onde cumpria a lida diária, passou também a empilhar em sua casa os volumes dos inúmeros livros que lia.


Empilhando tijolos e erguendo casas, devorando letras e acumulando livros, Evando disse “sim” ao conhecimento e se foi construindo um ávido leitor dos clássicos e um aficionado bibliófilo. Com suor, cimento e letras, fez-se homem emancipado, consciente, e, reconhecendo a transformação que os livros produziram em sua vida, decidiu agir: transformou a própria casa numa biblioteca comunitária. Resistindo a todas as circunstâncias que o pressionavam a resignar-se à condição imposta pelo senso comum, o pedreiro decidiu construir leitores e se dedicou firmemente a essa ideia. 

Resultados de sua ação?

Dentre os inúmeros prêmios, medalhas e títulos que recebeu em todo o país, foi presenteado por Oscar Niemeyer com o projeto arquitetônico da Biblioteca Comunitária Tobias Barreto de Menezes, cuja construção foi financiada pelo BNDES com R$ 650.000,00. A biblioteca tem atualmente um acervo de 52.000 títulos. O homem-livro, como ficou conhecido internacionalmente, tornou-se tema de dois documentários - premiados, respectivamente, no Festival de Brasília e na 12ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico do Rio de Janeiro. Sua vida inspirou o escritor italiano Remo Rapino a escrever o livro “Um quintal de palavras”. Com sua determinação inabalável, Evando ajudou a fundar 37 bibliotecas comunitárias pelo Brasil, chegando, também, a enviar 4.000 livros para Angola.

Da mesma forma que o operário do poema de Vinícius, este aqui, olhando para as próprias mãos (que sempre ofertam livros), percebeu que não há no mundo coisa que seja mais bela, pois também descobriu que em suas mãos está o poder de transformar o mundo, de emancipar o homem, de tornar a vida melhor.


Foi essa a semente que ele veio lançar em terras glorienses. Em sua profícua conversa com alguns poetas da terra, relatou suas conquistas, realizações e projetos. Descreveu, sobretudo, as ações de incentivo à leitura e de valorização da cultura local, que vem promovendo à frente da biblioteca que fundou na Vila da Penha. Seu entusiasmo e determinação contagiaram a todos.  


Dizia Hannah Arendt que não são as ideias que provocam mudanças no mundo, mas as ações. Assim, a semente está lançada, agora é o momento de agirmos, para que as mudanças aconteçam. Um fruto já começou a germinar: a possibilidade de se criar uma Academia Gloriense de Letras, que também possa atuar construindo leitores e, consequentemente, novos escritores na Capital do Sertão.

Jorge Henrique Vieira Santos

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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Cena do Som traz o melhor do Festival Aperipê

Alberto Silveira, que apresentou a música ‘Pelo Mundo#1´na grande final
A Aperipê TV preparou um Cena do Som mais do que especial para esta quinta-feira, 28 de outubro. O músico e apresentador do programa, Nino Karvan, fez plantão no teatro Lourival Baptista no dia 23 de outubro e registrou os melhores momentos do Festival Aperipê de Música, evento que presenteou o público com uma mostra da qualidade e da diversidade da música sergipana. O sucesso do festival pode ser comprovado não apenas pelo Lourival Baptisa lotado, mas também pela manifestação dos internautas que puderam acompanhar a transmissão do evento ao vivo pelo site da Fundação Aperipê.


Muitos detalhes costumam escapar aos olhos do grande público e serão revelados neste Cena do Som especial que terá uma hora de duração. A expectativa e a preparação dos músicos antes de entrar no palco, o clima e a correria nos bastidores serão alguns dos momentos apresentados por Nino Karvan.

“A gente quer mostrar a energia que os festivais ainda preservam. Registramos tudo e selecionamos os momentos mais emocionantes. Tudo para que o público que não assistiu ao festival ao vivo possa ter a oportunidade de sentir o que foi aquele momento. E para o que já assistiram ao vivo possam recordar a grande noite de consagração da música sergipana”, adianta Nino Karvan. O apresentador conhece muito bem o clima dos festivais de música, já que coleciona inúmeras vitórias em sua carreira, tendo estreado aos 17 anos como vencedor no Festival Canto Novo em 1987, em Aracaju.

A vitória é o resultado mais aguardado por todos os músicos que participam do festivais. No caso do Festival Aperipê de Música, que é a etapa estadual do Festival Nacional de Música da Associação das Rádios Públicas do Brasil (ARPUB), os músicos que foram selecionados para o festival já se consideravam vitoriosos pela possibilidade de veiculação das músicas nas rádios Aperipê FM 104,9 e AM 630. Divulgar, de forma democrática, o trabalho de novos talentos juntamente com nomes consagrados da música sergipana é uma das marcas do Festival Aperipê.

O choro de flauta doce, o som exótico e intenso do Hang Drum, a melancolia de diferentes violões, o frenesi das guitarras e baterias, as vozes que deram vida às mais diversas letras, vezes solitárias, outras vezes harmonizadas em coro, com o som dos instrumentos, com a reação da plateia, tudo para expressar o sentimento da música sergipana. As palavras parecem não dar conta de transmitir o clima da final do Festival Aperipê de Música. Não deixe de assistir o Cena do Som especial sobre o festival, mais um presente que a Aperipê preparou para você!

O Cena do Som vai ao ar toda quinta-feira, às 18h30, com reprise aos sábados a partir das 15h30.

Fonte: http://www.aperipe.se.gov.br/

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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A celebração da música sergipana

The Baggios - Foto Marcos Vieira
Na noite de sábado, 23 de outubro, o público que lotou o Teatro Lourival Baptista, em Aracaju, prestigiou um espetáculo de sons e ritmos de Sergipe. Era a apresentação das dez músicas finalistas do Festival Aperipê de Música, que, ao longo dos últimos meses, mobilizou músicos, compositores, internautas, público ouvinte da AM e FM Aperipê e telespectadores da TV Aperipê em torno de um evento magnífico que comprovou não só a qualidade e a diversidade da música sergipana, mas também o compromisso da Fundação Aperipê com a cultura desse Estado.


A banda The Baggios, com a canção "Em Outras" foi a grande premiada da noite, venceu nas categorias Melhor Música com Letra e Melhor Intérprete Vocal. Já na categoria Melhor Música Instrumental, o prêmio ficou com o grupo Café Pequeno, com a música "Hang Drum Café". Ambos os grupos participarão agora do Festival Nacional de Música da Associação das Rádios Públicas do Brasil (ARBUP), que será em dezembro, em Belo Horizonte. Ainda na categoria Melhor Música com  Letra, a banda Sauna 970 foi contemplada pelo voto popular, com sua canção "Bela Nostalgia".

Café Pequeno - Foto Marcos Vieira
Sergipe levará uma mostra de sua nova música e será muito bem representado no Festival da ARPUB, mas o trabalho dos jurados não foi nada fácil. Desde a primeira fase do Festival, quando foram selecionadas as 30 melhores composições, dentre um universo de 84 inscritos, que a tarefa já se mostrava árdua. Quem teve o privilégio de ouvir esta seleção, 05 instrumentais e 25 com letra e música, que ficou disponível no hotsite da Fundação Aperipê para votação, pôde comprovar a difícil incumbência dos jurados para escolher as 10 finalistas.

Mutante in Sanidade - Foto Marcos Vieira
O Festival reuniu diversas tendências musicais que revelaram a grande riqueza de sons e ritmos sergipanos. Merecem destaque, além das 10 finalistas: "Forró Bolado", de Edson Costa; "Trumpeteando", de Jorge Coelho; "Eita", de Celda Mota e "Dentro de mim", de Carlinhos Rasec. Selecionar 10 entre tantos talentos é muito complicado. Certamente, por conta da notória qualidade técnica e estética de muitos concorrentes, a comissão organizadora do evento decicidiu premiar a todos os 10 finalistas na noite de sábado. Entre eles estavam veteranos, como o Café Pequeno, e estreantes, como a banda Mutante in Sanidade.

Mutante in Sanidade - Foto Marcos Vieira
A banda, formada há cinco meses, fez sua estreia em grande estilo, ao lado de ilustres representantes da música sergipana. Com um pop rock composto por Jorge Henrique e Maurício Júnior, irmãos do vocalista Tiago, foi selecionada entre as 30 músicas da primeira fase e, graças aos votos de muitos internautas, integrou as 10 finalistas, enchendo de orgulho seus conterrâneos em Nossa Senhora da Glória, berço do maior evento de rock no interior do Estado, o Rock Sertão.

Para a apresentação das finalistas, a organização do Festival decidiu que cada concorrente apresentasse duas composições de seu repertório, o que enriqueceu mais ainda a noite. O encerramento ficou por conta da cantora e compositora Patrícia Polayne, vencedora do Festival da ARPUB, em 2009. O Festival foi transmitido ao vivo pela internet, com som e imagem,  e pelas rádios Aperipê AM 630 e FM 104,9.

A Aperipê demonstrou competência e compromisso com a cultura do Estado de Sergipe. Ao longo do Festival, em todas as suas fases, desde a inscrição até sua culminância no palco do Teatro Lourival Baptista, tudo transcorreu de forma transparente, organizada, participativa e técnica. O evento abriu portas para novos talentos e deu maior visibilidade aos de carreira já consolidada. A presidente da Fundação Aperipê (Fundap), Indira Amaral, reafirmou o apoio à música sergipana  e enfatizou a importância desse compromisso da Aperipê em divulgar talentos, sobretudo, dentro do próprio Estado, a fim de que se fortaleça a identidade do artista sergipano e de que este obtenha reconhecimento e seja aplaudido em sua própria terra.

Jorge Henrique Vieira Santos

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sábado, 29 de agosto de 2009

Cultura e História de Glória no Terra Serigy

Para aqueles que não tiveram a oportunidade de assistir ao programa Terra Serigy deste sábado, 29, na TV Sergipe, emissora afiliada da Rede Globo.

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terça-feira, 25 de agosto de 2009

História e cultura da Capital do Sertão na TV

Os 80 anos de Nossa Senhora da Glória e sua cultura serão o tema do TERRA SERIGY no próximo sábado

O programa Terra Serigy, que vai ao ar no próximo sábado ao meio-dia pela TV Sergipe, emissora afiliada da Rede Globo, será totalmente dedicado a Nossa Senhora da Glória e a sua cultura. Fernando Petrônio, coordenador de produção do programa, juntamente com sua equipe, esteve no município na quarta-feira, 18/08, e entrevistou diversos artistas e artesãos.

Entre os entrevistados estavam o professor e poeta Jorge Henrique, que falou sobre sua obra “Glória” Cantada em Versos e sobre a trajetória histórica do município, o Sr. Gerino Tavares de Lima, 104 anos, personalidade ilustre da história de Glória, a artista plástica Maria Barreto, os atores Luiz Carlos Andrade, Romário Andrade e Anderson Carlos Santana, que adaptaram a obra do poeta Jorge Henrique para o teatro, e os artesãos e artistas plásticos Maria Aparecida de Souza, João Paulo Santos, Karol Sama e Wellington Santos. A equipe do Terra Serigy também entrevistou a consultora de Turismo Silvia Oliveira.

O programa, que é uma revista eletrônica que aborda assuntos relacionados ao povo e à terra sergipana, voltou seu foco para a riqueza cultural de Nossa Senhora da Glória. Mais uma vez a Capital do Sertão se firma como um berço de latentes manifestações culturais que exalam saberes, falares, cantares e fazeres únicos e muito expressivos. Alguns filhos notáveis dessa terra, como o músico e escritor Sergival e o artesão Véio já são reconhecidos e admirados nacionalmente e elevam e nome do município, mas Glória ainda tem muito que mostrar. Uma pouco dessa terra maravilhosa poderá ser visto na TV, não deixem de assistir.

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quinta-feira, 23 de abril de 2009

Apresentação da II Antologia de Poetas Lusófonos

A Orquestra Filarmónica das Beiras em plena actuação nas Capelas Imperfeitas do Mosteiro da Batalha, a anteceder a sessão de apresentação da II Antologia de Poetas Lusófonos
Já no Auditório do Mosteiro da Batalha.
A Mesa que presidiu à sessão, podendo destacar-se o Director Editorial e autor do Preâmbulo, Adélio Amaro (2º da esquerda para a direita), o Engº Carlos Henriques, Vereador da Cultura da Câmara Municipal da Batalha, o Director do Mosteiro, Dr. Júlio Órfão e o Dr. Arménio de Vasconcelos, autor do Proémio e que dissertou sobre a História da Poesia e a sua influência na Cultura dos Povos em geral e da Lusofonia em paticular. O último da direita é Nuno Brito, Açoreano de S. Miguel, que participou na sessão cantando e tocando à viola várias canções conhecidas, nomeadamente "Amar-te perdidamente" duma telenovela recente da TVI.
Graça Magalhães, natural de Moçambique, residente actualmente em Viseu. A declamar o poema "Mãe".
Carmindo Carvalho de Moimenta da Beira dizendo "Sorriso sarcástico".

Fonte: http://dispersamente.blogspot.com/2009/04/mosteiro-da-batalha-apresentacao-da-ii.html

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quinta-feira, 26 de março de 2009

O poeta Jorge Henrique na II Antologia de Poetas Lusófonos


Será no dia 05 de abril de 2009, no Mosteiro de Santa Maria da Vitória, na Vila da Batalha, Portugal, o lançamento da II Antologia de Poetas Lusófonos.

A cerimônia terá início às 15h30, nas Capelas Imperfeitas do Mosteiro, com a apresentação da Orquestra Filarmônica das Beiras. Em seguida, às 16h30, acontecerá a apresentação da II Antologia de Poetas Lusófonos, no auditório do Mosteiro de Batalha. Háverá um momento de poesia com a participação de vários poetas.

Depois do sucesso da I Antologia, que contou com mensagens de parabéns dos presidentes da República de Portugal e do Brasil, assim como do primeiro-ministro de Portugal, a editora Folheto Edições e Design, em parceira com várias associações e academias, de diversos países, entendeu levar a efeito a II Antologia.

Esse empreendimento objetiva promover a Língua Portuguesa, a lusofonia e os poetas que espalham suas veias inspiradoras nessa língua por todo o mundo.

A nova antologia apresenta, em quase 500 páginas, 134 poetas de 11 países: Angola, Brasil, Canadá, Estados Unidos da América, França, Índia, Inglaterra, Moçambique, Portugal, Suíça e Timor.

O poeta Jorge Henrique participa desta II Antologia com cinco de seus poemas:

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sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Antônio Cruz escreveu sobre "Glória" Cantada em Versos no CINFORM

A Glória do Poeta da Boca da Mata

Antônio Cruz

 
“Para a seara de versos
Do trovador popular
De minha terra a história
Pretendo agora cantar,
Pois é seu aniversário
E é justo e necessário
Suas glórias relembrar.”

O Município de Nossa Senhora da Glória tem artistas e poetas. Tanta gente boa que a cidade merece um texto-hino, ou melhor, um livro-poema para comemorar os seus 80 anos. E estando localizada no sertão, nada melhor do que um típico Folheto, como é conhecido o livro com a autêntica “literatura de cordel”, feito por um filho de Glória, cidade que cresce como pé de mandacaru verdejante: bifurcando-se para cima, resistente ao sol escaldante do dia e à friagem da noite.

O herói dessa façanha chama-se Jorge Henrique. Um poeta de versos livres que envereda assim pelo rigor da métrica. As estrofes aqui reproduzidas são do Folheto “Glória” cantada em versos, oitenta anos de emancipação. Autor também da obra “Mutante in Sanidade”, poesia, Jorge Henrique, poeta premiado, http://poetajorge.blogspot.com/, é professor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira na rede pública de ensino.

Herói sim, pois Jorge Henrique é um intelectual ativista incansável, ante as tantas dificuldades conhecidas, num país em que cada cidadão tem de criar as próprias oportunidades uma vez que elas não surgem, e as muitas instituições, raras exceções, que deveriam criá-las mais servem aos seus titulares do que ao povo. Para a “felicidade geral da nação” as exceções estão se tornado regra e as instituições federais vêm patrocinando as iniciativas brilhantes.

O lançamento do cordel “Glória” Cantada em Versos, aconteceu no dia primeiro de agosto, no Espaço Barbosa Eventos, em Glória, como um fato cultural bem produzido, tamanha a combinação entre elementos apropriados da ambientação singela, mas criativa. Os repentistas convidados: Vem-Vem do Nordeste e Gilberto Alves, que proporcionaram um belo espetáculo de cultura popular, e as pessoas atenciosas, interessadas e entusiasmadas que compareceram em grande número. O poeta era só satisfação. O desdobramento deste acontecimento está se dando entre os alunos das escolas públicas e a população, por estarem lendo e comentando o conteúdo do cordel por toda a cidade. O fato resultou para todos em grande contentamento ao reconhecerem na história do Município um motivo para a valorização da própria identidade.

“Os tropeiros, no entanto,
Temiam seguir viagem
Durante a noite, com medo
De topar com uma visagem,
E ali faziam pousada,
Na boca da mata armada,
Assombrados com a paisagem”

Em tempos idos, antes de 1922, a cidade de Nossa Senhora da Glória era chamada de “Boca da Mata”. Há uma explicação plausível: o agreste que é a região situada entre o sertão e a zona da mata também tem floresta tropical. A interface entre a caatinga e essa floresta, no agreste, é naturalmente irregular, sendo possível que por ali, onde hoje é Glória, existisse frondosa mata de acesso difícil e perigoso. Na colonização a penetração no interior foi feita se utilizando os rios, porém, foram abertos caminhos para a expansão do território e que eram percorridos pelos tropeiros. Muitos se deslocavam do alto sertão para a zona da mata e litoral. Eles vinham, possivelmente, comprar tecidos, açúcar e outras mercadorias, tanto em Laranjeiras quanto em Maruim, cidades então com trapiches para aportarem diversas embarcações e de grande movimento comercial.

“Boca da Mata era ainda
O nome do povoado,
Só mudou em vinte e dois
Pois passou a ser chamado
Nossa Senhora da Glória.
Foi a linha divisória
Do presente com o passado”

O povoado Boca da Mata, antes pequenino, se emancipou definitivamente do Município de Gararu em 1928, quando foi elevado à categoria de vila. Depois cresceu tanto a ponto de ser chamada de “A Capital do Sertão”. Hoje, a cidade de Glória tem também Jorge Henrique para cantá-la, seja com versos livres ou contabilizando sílabas poéticas no ritmo da métrica, com suas parcelas, sextilhas, setilhas e outras estrofes; poeta afinado com seu tempo e sua gente; homem dotado de alma gigante.

Fonte: Cinform

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segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Quase 3.000 cordéis já foram distribuídos aos alunos de Nossa Senhora da Glória-SE!

Já começou a distribuição do cordel "Glória" Cantada em Versos nas escolas públicas de Nossa Senhora da Glória - SE. O próprio poeta Jorge Henrique, sua esposa e amigos estão fazendo a entrega dos livretos aos alunos, quase 3.000 exemplares já foram distribuídos, confiram nas fotos abaixo:

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quarta-feira, 30 de julho de 2008

IURI RUBIM, do Blog das Ruas, escreve sobre "Glória" Cantada em Versos

SE: Poeta conta história de cidade em Cordel


O município de Nossa Senhora da Glória (SE) ganha um presente especial pelos seus oitenta anos da emancipação política: um cordel contando a história da cidade. Escrito pelo poeta Jorge Henrique, 36, “Glória” Cantada em Versos é lançado nesta quinta-feira (1), às 19h, no espaço Barbosa Eventos.

São 80 estrofes para 80 anos de história de Nossa Senhora da Glória. Todas em septilhas, descrevendo a trajetória do município. As xilogravuras que ilustram o cordel são do artista plástico sergipano Elias Santos.

Durante o lançamento, “Glória” Cantada em Versos será declamado pelo poeta Luís Alves da Silva, o Gauchinho. Natural de Glória e com mais de 20 títulos publicados, Gauchinho foi um dos revisores da obra.
- É uma figura fantástica, não só escreve, com também declama cordéis aqui na praça e na feira da cidade! - afirma Jorge Henrique.

Também foram convidados para o lançamento dois violeiros repentistas de Canidé do São Francisco: “Vem Vem do Nordeste” e seu parceiro.

Cordéis para os estudantes da cidade

O cordel “Glória” Cantada em Versos foi contemplado pelo Programa BNB de Cultura 2008 e faz parte de uma estratégia de mobilização para os 80 anos de Nossa Senhora da Glória.
Cinco mil livretos de “Glória” Cantada em Versos serão distribuídos gratuitamente entre alunos das escolas públicas da cidade (5ª a 8ª séries).

- Quis matar dois coelhos com uma cajadada só. Quis informar os alunos sobre a história do município mas, no fundo, no fundo, minha idéia era que eles ficassem estimulados a produzir cordéis também! – revela Jorge Henrique, que também é professor.

Os estudantes também terão a oportunidade de participar de uma oficina de literatura de cordel. São 40 vagas e o período de inscrições vai de 6 a 8 de agosto. O curso, de 20 horas, é dividido em duas turmas, uma à tarde e outra à noite, e acontece entre 18 e 22 do mesmo mês.

- Justo. Minha idéia com essas atividades era criar clima de comemoração do aniversário entre os estudantes, mobilizá-los para os 80 anos de Glória, cuja data é 26 de setembro - explica Jorge Henrique.

Primeiro cordel

“Glória” Cantada em Versos é o primeiro cordel de Jorge Henrique. Poeta desde os 17 anos e com livro publicado em 2001, Jorge fez uma extensa pesquisa – que durou cerca de cinco anos - sobre a história de Glória e sobre cordel para alcançar este resultado.
O poeta Jorge Henrique "tomou gosto" pelo cordel

- Eu me senti muito bem porque meu primeiro cordel passou pela revisão de três cordelistas de peso. Todos elogiaram muito e aprendi muito com eles. Percebi também uma rigidez em relação à perfeição dos versos - eles são muitos detalhistas quanto à métrica e rima – diz Jorge Henrique.

Os poetas a que o autor se refere são Luís Alves da Silva (Gauchinho – de Glória), João Rubens A. Rolim (João Rolim - Fortaleza) e Luiz Carlos Lemos (Compadre Lemos - MG), que revisaram o cordel.

Ele se lembra de uma observação emblemática do Compadre Lemos, sobre um verso que “tinha feito rimar uma palavra que terminava em AS por outra em AZ”:

- Tire essa coisa pelo amor de Deus! Seu cordel está muito bom. Você não poderia estragar ele por causa deste pequeno detalhe – observou o cordelista mineiro.

O contato com os cordelistas – à exceção de Gauchinho, que é conterrâneo de Jroge Henrique – foi feito todo pela internet.

- Eles nunca me viram. Só nos conhecemos pela internet e acredito que fizemos uma amizade sólida. Eles são muitos bons e muito abertos. São dois amigos virtuais que fiz por conta do cordel - revela Jorge Henrique.

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segunda-feira, 30 de junho de 2008

Lançamento do Cordel "Glória Cantada em Versos"



Será no espaço Barbosa Eventos, no dia 1º de agosto, às 19h, que acontecerá o coquetel de lançamento do Cordel: “GLÓRIA” CANTADA EM VERSOS.

Essa publicação é parte das ações do projeto de mesmo nome que aprovei junto ao Programa BNB de Cultura - 2008, no qual me propus escrever um livreto em homenagem aos 80 anos de Emancipação Política do Município de Nossa Senhora da Glória - Sergipe.

Além da publicação de 5.000 cordéis e da sua distribuição gratuita aos alunos de escolas públicas de minha cidade, a proposta consistiu também na oferta de uma Oficina de Literatura de Cordel a quarenta desses alunos.

O livreto, composto de 80 estrofes em septilhas, descreve a trajetória do município em questão e contém ilustrações, em xilogravura, do artista plástico sergipano Elias Santos. Teve ainda revisão poética de três experientes autores de Cordel: Luís Alves da Silva (Gauchinho), João Rubens A. Rolim (João Rolim) e Luiz Carlos Lemos (Compadre Lemos).




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quinta-feira, 26 de abril de 2007

Homenagem ao Poeta



O poeta foi homenageado ontem, 25/04/2007, na cidade de Largarto-SE, por ocasião da solenidade do 15º Concurso de Poesia Falada de Lagarto 2007. Jorge Henrique teve três poemas classificados nesta edição do concurso e recebeu o prêmio de 2º Lugar com o poema "Árvore de Pedra", abaixo.

ÁRVORE DE PEDRA

A árvore da praça
cravava seus dedos no chão
como criança que guarda
o outro seio da mãe.
Arrancaram-na
do colo.
Er
gue
ram
fria
estátua
em seu lugar

O poeta já particiou de outras edições do concurso:

1999 - 11º Concurso de Poesia Falada da cidade de Lagarto - obteve o 1º lugar, com o poem "Meu verso". Na ocasião, classificou também o poema "Sua ausência";

2003 - 15º Concurso de Poesia Falada da cidade de Lagarto - obteve o 2º Lugar, com o poema "Do Amor e de sua natureza".



(Na foto, à esquerda do poeta, de branco, Assuero Cardoso Barbosa, poeta lagartense; e, à direita de Jorge Henrique, Angélica Amorin, também lagartense e poetisa.)

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